quarta-feira, 19 de setembro de 2012

TEMÁTICAS PARA A OLIMPÍADA DE GEOGRAFIA


O embaixador do Xingu

Sua missão é conciliar as demandas da vida moderna com as tradições indígenas

Os 50 anos do Parque Nacional Indígena do Xingu, completados em 2011, lançaram nova luz no território habitado por mais de 5 mil índios de 16 etnias alinhadas pelas águas do rio homônimo, a cada dia mais pressionado pelo avanço da agricultura no norte do Mato Grosso. O cacique Aritana, de supostos 56 anos, chefe dos iaualapitis e presidente do Conselho da Liderança do Xingu, fala os principais grupos linguísticos do alto Xingu – aruak, tupi e karib – e o português, que aprendeu com os irmãos Villas Bôas, mentores da demarcação da reserva nos anos 1960. Chefe de linhagem, Aritana teve formação rigorosa para atingir o ideal da cultura xinguana: é calmo, generoso e diplomata que procura o diálogo. Hoje, pouco sai de sua aldeia, à beira do rio Tuatuari. Para ele, conciliar as demandas da vida moderna com as tradições é um dos desafios do parque no século 21. “Temos de habitar os dois mundos”, diz.
Quais são suas lembranças dos irmãos Villas Bôas?
Orlando e Cláudio ficaram mais tempo no Xingu. Foram 40 anos. Também conheci Álvaro, que trabalhou no parque e depois em São Paulo, no escritório da Funai [Fundação Nacional do Índio]. Orlando me conheceu bebê; eu o considerava um avô. Ele ficava no alto Xingu enquanto Cláudio se baseava no baixo Xingu, entre os povos caiabi, suiá e juruna. Cláudio era um homem calmo. Quando estava pacificando tribos não contatadas, por exemplo, usava apenas um revólver na cintura para, em caso de perigo, atirar para o ar. Jamais para atingir os índios.
Já Orlando sempre conversava muito comigo, me orientava. Nenhum índio, afinal, sabia como eram os costumes dos caraíbas [não indígenas]. Uma vez, um padre veio ao Xingu e a gente não entendeu o que ele queria. Ele conversou muito com meu pai. Falou de nossos costumes, nossa cultura, e por que queria mudar isso, nos dando roupas e nos ensinando a rezar. Como meu pai não entendeu bem a conversa, resolveu chamar Orlando, que avisou ao padre que ele não podia fazer isso e o mandou embora.
Os dois sertanistas sempre falaram coisas certas para os índios. Eles tinham visão do futuro. Os dois faziam reuniões com todos os chefes e falavam da demarcação, da necessidade de tomar conta de nossas terras. Memorizei bem essas mensagens. Para eles, os caraíbas ainda estavam longe, mas um dia ficariam bem perto de nós. Cinquenta anos depois, esse dia chegou.
O que significa para os índios os 50 anos do parque do Xingu?
Nossa memória diz que vivemos nessas terras desde o tempo da criação do mundo. Acreditamos nisso. Mas não existe mais aquela vastidão por onde antes andávamos com plena liberdade. Para o bem e para o mal, o parque nos trouxe um limite. As aldeias cresceram, dividiram-se e já estão encostadas no limiar da reserva. Ainda assim, valorizamos a demarcação, mesmo que comemorações nesse tipo de data não façam parte de nossa tradição. Hoje, é preciso dizer que as fronteiras do parque não garantem mais a nossa segurança, e temos sido ameaçados pela expansão do agronegócio e pelas tentativas de invasão dos madeireiros, posseiros e garimpeiros. Em alguns lugares, fazendeiros já arrancaram estacas demarcatórias da Funai, mudando-as de lugar para beneficiar seus empreendimentos. Fica o aviso: desde sempre, toda a liderança do Xingu está unida para lutar contra qualquer ameaça e, se for necessário, morrer por nossas terras.
Quais as diferenças mais marcantes na vida de vocês antes e depois da chegada dos brancos?
Nossa vida era bem mais tranquila antes. Naquela época, nosso pensamento era outro, e a maior preocupação era a de sustentar as famílias, cultivando as roças, plantando mandioca, pescando. Não dependíamos dos outros. Assim fomos orientados pelos nossos pais e avós. Agora, tudo mudou, e, em vez de falar no sustento de nossas famílias, falamos em projetos. A Funai, que era muito forte na época dos Villas Bôas, hoje quase não ajuda mais. Temos de resolver nossos próprios problemas, e por isso fundamos várias ONGs. Muitos lugares que consideramos sagrados ficaram fora da reserva, e o Iphan [Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional] está nos ajudando a tombar alguns desses locais. Entre eles, o Avaskuru, ou Sagihena, palco da primeira festa do kuarup [em homenagem aos mortos], e o Kamukuaka, local da primeira cerimônia da furação da orelha. Ambas as áreas foram quase destruídas pela ocupação de fazendeiros e pela construção da barragem Paranatinga II.
Como a construção de barragens e a implantação de grandes fazendas afetam a vida no Xingu?
As barragens de pequeno e grande porte deixam os rios mais rasos e vulneráveis à contaminação por agrotóxicos, esgoto e lixo. Antes, podíamos beber direto dos rios; hoje, as aldeias são obrigadas a furar poços artesianos para obter água potável. Com o desmatamento ao redor, animais como as onças começaram a fugir para dentro do parque, enquanto várias espécies nativas de pássaros estão desaparecendo. A população de tartarugas também está diminuindo; para tentar recuperar sua população, cinco praias foram isoladas, e ninguém mais pode coletar ovos dali.
Além disso, as pessoas nas aldeias Matipu, Kalapalo e Nafuquá já escutam o barulho forte dos tratores e máquinas usados pelos fazendeiros. É um som que nos deixa muito assustados.


Edição 144/ Março de 2012 07/03/2012

Marselha: uma cidade para todos

Cada vez mais países europeus se tornam nações de imigrantes. Será a multicultural Marselha, na França, uma visão do futuro?

A impressão que se tem, talvez verdadeira, é de que nenhuma regra vinda de Paris passa incólume em Marselha. A capital da Provença tem a merecida reputação de cidade rude e indócil, um porto que atrai todo tipo de contrabando e de pessoas (algumas também contrabandeadas). Ao longo dos séculos, a maioria chegou pelo mar e, com alegria, se misturou, conspirou, brigou, acasalou, festejou e bebeu sem pudor, sem desculpa. A cidade tem sido refúgio para quem procura escapar de perseguição e pobreza.
Nos últimos tempos, os muçulmanos vêm predominando em seu grande afluxo de imigrantes, e hoje, ao olhar de uma das muitas praias marselhesas para o outro lado do Mediterrâneo, na direção da invisível costa norte-africana, quase se pode imaginar uma enchente humana a caminho, pois os tumultos que se alastram pelo mundo árabe empurram cada vez mais refugiados e desempregados para as costas europeias.
Quem dá ouvidos aos políticos de direita pode pensar que essa onda imigratória significa um assalto do puritanismo islâmico, que afrontará o modo de vida europeu e forçará todas as mulheres a se vestir como noivas do Talibã. Mas então se percebe que muitas das pessoas que disputam espaço nas areias de Marselha são de origem africana e árabe e que as moças usam biquíni em vez de burca. Graças à eficiência do transporte público local, em menos de 45 minutos chega-se de qualquer parte da cidade às praias marselhesas.
Assim, durante vários meses por ano, ricos e pobres, brancos e negros, africanos e árabes, muçulmanos, cristãos e judeus, todos encontram seu pedaço de areia, tiram quase toda a roupa e se acomodam ao sol da Provença para o convívio social – e a socialização. Pergunte de onde eles vêm, e você ouvirá Argélia ou Marrocos, Turquia, ilhas Comores ou até França. Mas a grande maioria dirá simplesmente: Marselha.
Mais países europeus estão se tornando nações de imigrantes, e Marselha pode ser uma visão do futuro e até um modelo de multiculturalismo. Não que seja fácil manter o equilíbrio. Em particular, os incessantes conflitos no Oriente Médio enviam de tempos em tempos frêmitos de medo a essa cidade francesa. “Durante a Guerra do Golfo, em 1991, pensei comigo, as coisas vão explodir em Marselha – por causa das imagens que entravam nas salas de muçulmanos, através de suas antenas parabólicas”, diz Michèle Teboul, presidente da sucursal na Provença do Conselho Representativo das Instituições Judaicas da França (Crif). “Dissemos que, se não fosse agora, não aconteceria nunca.” Não explodiu. Líderes muçulmanos locais conseguiram acalmar os ânimos em colaboração com outras figuras religiosas. Também em novembro de 2005, quando o fogo grassou durante tumultos em quase todas as demais cidades francesas que tinham conjuntos habitacionais populares abarrotados de imigrantes, os muçulmanos de Marselha se contiveram.
Alguns marselheses acreditam, com razão, que o milagre da paz social em sua cidade se deve às praias, que servem como um grande cadinho de culturas. Farouk Youssoufa, de 25 anos, cortejou Mina, sua mulher, agora com 20 anos, na praia de Corbière, e hoje o casal frequenta a praia do Prado. Youssufa nasceu em uma ilha francesa no arquipélago de Comores, entre a Tanzânia e Madagáscar, e sua pele é tão escura como a de negros africanos. Mina, de pele clara, nasceu na França e é filha de imigrantes argelinos. “A geração seguinte contém mais mistura”, diz Youssufa, que trabalha com meninos e meninas de quase todos os tons de pele e origens étnicas concebíveis em um centro cultural de uma das mais conturbadas áreas no norte de Marselha. Na praia, sobretudo, “há muitas comunidades diferentes que se misturam, se fundem”, diz ele em uma escaldante tarde de maio. “Voilà: com o tempo, aprendemos a viver juntos.”
Mas o voilà, uma expressão que virou tique nas conversas dos marselheses, não é bem assim. O território neutro de sol e areia tem seus limites na vida da cidade. Embora outros rituais também unam os marselheses (por exemplo, a fanática torcida pelo time de futebol local, o Olympique), quando o jogo acaba e o sol se põe na praia, o preconceito pode aflorar. Há racismo em Marselha, aponta Mina, inclusive entre muçulmanos. “Quando estamos em um lugar em que há muita gente, não encontramos grandes problemas. Mas, se vamos juntos aos bairros onde estão os árabes, ficam nos encarando e alguns me insultam.” Ela morde os lábios e balança a cabeça.
O caso de Mina levanta uma questão: Marselha é de fato um exemplo de harmonia cosmopolita ou de uma sociedade à beira da agitação? A resposta inquietante é: as duas coisas.
O prédio da prefeitura de Marselha, com suas telhas da época de Luís XIV, é uma construção discreta pelos padrões da administração pública francesa. É descrito nos livros de viagem como “de proporções modestas”. O mesmo não se pode dizer do prefeito que ali trabalha. Jean-Claude Gaudin tem de largura quase o que tem de altura, anda com o paletó trespassado aberto e o colarinho da camisa listrada roxa desabotoado. Gaudin, de 72 anos, entra em seu gabinete e se posiciona atrás da mesa como um urso guardando mel. Ocupa o cargo desde 1995 e não parece inclinado a deixá-lo tão cedo.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

                                    Desfile de 7 de setembro

A EEEP Lysia Pimentel Gomes Sampaio Sales participou do tradicional desfile cívico de 7 de setembro realizado pela Prefeitura de Sobral. A solenidade contou com a presença de várias autoridades do Município no palanque montado na Praça do Teatro São João, além da presença em massa da população que se distribuiu no percurso do desfile para prestigiar o evento. Na oportunidade, a escola pode apresentar à sociedade sobralense um pouco do perfil dos cursos disponibilizados pela Instituição, bem como um resumo das atividades e projetos desenvolvidos.






































quarta-feira, 12 de setembro de 2012


TEMÁTICAS PARA A OLIMPÍADA DE GEOGRAFIA

 Edição 141/Dezembro de 2011 29/11/2011

O que fazer quando acaba a madeira

Paragominas, no Pará, foi pioneira dos piores cenários amazônicos: destruição da floresta, violência rural, império da ilegalidade. Mas agora é modelo de desenvolvimento sustentável


São 38 anos explorando madeira na Amazônia. E seu Manoel se lembra do tempo em que não sabia o que estava fazendo. Começou moço, como operador de máquinas pesadas, no início dos anos 1970. Naquela época, o governo federal incentivou a ocupação da região e sua integração ao mercado doméstico. Manoel Barbosa, à frente de tratores do tamanho de prédios, entrava na mata e dava às árvores mais altas o destino que lhe convinha. “Caíam para o lado que eu queria”, recorda. Rodou toda a região, sentindo sempre um gosto amargo indecifrável quando jogava ao chão mais um cedro, ipê ou mogno. Até que, no início dos anos 1990, foi trabalhar para uma organização não governamental sediada em Paragominas, no nordeste do Pará. Ali, se deu conta do que estava fazendo.
Agora seu Manoel está à beira de uma estrada de terra que ele mesmo ajudou a abrir em uma propriedade particular localizada em Paragominas, cidade que já foi considerada a síntese da destruição da floresta e hoje é modelo de desenvolvimento sustentável para os municípios da Amazônia. Rodeado pela mata, veste o uniforme da organização especializada em manejo florestal para a qual trabalha: calça verde, camisa laranja de mangas compridas, botas de cano longo e capacete. À sua direita, uma árvore de uns 15 metros de altura chama a atenção. Não pelo tamanho, mas pela grande marca no tronco, uma lasca arrancada do chão até uns 3 metros acima. “Eu que fiz isso”, assume. “Vim abrir caminho com o trator e arranquei uma ponta da raiz.” Foi um acidente. Extensa e profunda, a raiz partida reagiu feito elástico esticado, ricocheteou na própria árvore e arrancou a lasca do tronco. Não chegou a ameaçar fisicamente o motorista do trator, mas ele acusou o golpe: “Doeu em mim”.
A nova consciência na relação com os recursos naturais não chegou apenas a seu Manoel. Quem vai hoje a Paragominas depara com uma cidade limpa e bem cuidada – cenário incomum no interior da região Norte. Na zona central, carros novos circulam pelo asfalto impecável, os motoristas não precisam de semáforo para dar passagem aos pedestres nas faixas e os moradores podem relaxar no parque ambiental após a jornada de trabalho. Nas praças, o calor é amenizado pela sombra das árvores, adornadas de canteiros floridos. “As flores eram roubadas toda semana”, conta o atual prefeito, Adnan Demachki, “mas insistimos e as pessoas entenderam que aquilo já pertencia a elas.” A educação no trânsito foi mais objetiva. Desde o fim de 2007, multas são aplicadas a quem não para na faixa (São Paulo, a cidade mais rica do país, empregou a mesma regra em agosto de 2011).
Paragominas era uma cidade decadente em 1994, quando a ONG Tropical Forest Foundation criou uma subsidiária na Amazônia (mais tarde, o nome seria mudado para Instituto Floresta Tropical, abreviado para IFT). A área urbana inspirava abandono e visitantes eram vistos com desconfiança. Na zona rural, marcada pelo desmatamento ilegal, eram comuns assassinatos e ameaças, disputas por posse da terra e trabalho escravo – não por acaso, o lugar recebeu o apelido de “Paragobalas”. Durante o período de seca, de tão constantes os incêndios, ficava difícil até respirar. “Os olhos ardiam e a nuvem de fumaça criava problemas para os pilotos de avião”, recorda-se Demachki. Mas a escolha do IFT não foi um acaso: o centro de estudos, localizado em uma fazenda da madeireira Cikel, está ali porque, nos anos 1980, Paragominas havia sido o principal polo madeireiro do mundo tropical e concentrava o maior número de serrarias do planeta.
Muito dinheiro circulava. Baseada na exploração predatória de madeira, a atividade econômica promoveu rápido crescimento. “Esse foi o modelo em muitos municípios da região”, explica Beto Veríssimo, do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon). “O problema é que, com o tempo, a madeira acaba e a terra passa a ser utilizada para a agropecuária, que não mantém a mesma geração de renda e empregos.”
A floresta também pagou o preço. Quase 9 mil quilômetros quadrados de mata foram perdidos. Ainda assim, com 20 mil quilômetros quadrados de área (pouco menor que Sergipe), o município conta com um remanescente florestal considerável: 66% de seu território. Em um sobrevoo, o tapete formado pela copa das árvores engana. “Não é floresta intocada, mas uma mata da qual foi retirada boa parte das árvores com valor comercial”, explica Fábio Niedermeier, da organização The Nature Conservancy (TNC), contratada pelo Sindicato dos Produtores Rurais para elaborar um diagnóstico ambiental das propriedades.
Os excessos do passado culminaram na entrada de Paragominas, em janeiro de 2008, na lista negra de municípios que mais desmatam a Amazônia, emitida pelo Ministério do Meio Ambiente. As portas se fecharam para fazendeiros e empresários, que passaram a não ter acesso às linhas de crédito. Naquele mesmo ano, em fevereiro, Demachki convocou as lideranças locais para firmar um pacto pelo desmatamento zero. No mês seguinte, em março, uma ação conjunta da Polícia Federal, da Força Nacional de Segurança Pública e do Ibama (o órgão responsável pela execução da política nacional do meio ambiente na época) aconteceu na cidade. Chamada de Arco de Fogo, resultou em apreensão de toras, prisões e fechamento de serrarias ilegais.
Em novembro, outra operação, agora da Polícia Militar em parceria com o Ibama, intitulada de Rastro Negro, pôs fim a 120 fornos de carvão irregulares, além de apreender caminhões com toras sem origem. Inconformadas, aos gritos de “Eles se preocupam com árvore, mas não com gente!”, centenas de pessoas ligadas a essas atividades incendiaram o escritório local do Ibama. As cenas correram mundo, e o ministro do Meio Ambiente na época, Carlos Minc, convocou Demachki às pressas para uma reunião em Brasília.



quinta-feira, 30 de agosto de 2012

AULAS DE TPV/EMPREENDEDORISMO NA EEEP LYSIA PIMENTEL


Na EEEP Lysia Pimentel Gomes Sampaio Sales o desenvolvimento da disciplina de TPV/ Empreendedorismo, sob a orientação do professor Francisco Freire, ocorre rigorosamente de acordo com a metodologia aplicada pelo SEBRAE. O resultado não poderia ser outro: participação ativa dos discentes, que a cada dia se demonstram mais interessados em serem empreendedores. Empreendedores na profissão e na vida.
A disciplina de TPV/Empreendedorismo tem a duração de 80 horas/aula e faz parte do currículo das EEEPs, que ao final de cada ano letivo, certificarão, através do SEBRAE, os alunos que obtiverem rendimento satisfatório.
Abaixo estão registradas fotos dos alunos em intensa produção:










quarta-feira, 29 de agosto de 2012

EP LYSIA PIMENTEL LANÇA PROJETO EM COMEMORAÇÃO AO CENTENÁRIO DE JORGE AMADO

CONHECENDO O AMADO
     Segunda-feira dia 27, na EEEP Lysia Pimentel Gomes Sampaio Sales, foi realizada a apresentação do Projeto Conhecendo o Amado, que teve início em julho e continuará. O intuito é fazer com que os alunos conheçam à fundo a vida e as obras do autor, e ainda que transmitam esse saber para a comunidade escolar através de ações a serem realizadas no decorrer do projeto.










CAMPANHA QUEM CALA, CONSENTE.

CAMPANHA QUEM CALA, CONSENTE.

       Em mais uma atividade que contempla a CAMPANHA QUEM CALA, CONSENTE, alunos da EEEP Lysia Pimentel fizeram uma apresentação na terça-feira (28/08) com palestra, teatro, dança, exposição de artes em cartazes e recitação de poesia sobre violência sexual contra crianças e adolescentes, reforçando a importância da conscientização da comunidade de denunciar esse ato violento e fazer valer os direitos dos jovens de ter uma vida digna e saudável.